segunda-feira, maio 21, 2007

Good entertainment

Quase três horas de filme daquele cinema mesmo bom que me faz gostar de ir ao cinema e não querer que o filme acabe apesar de já ir nas três horas de cinema.





Merda de WC


Mas porque raio é que mesmo no micotório/cagatório um gajo tem que estar a "levar" com uma televisão e um constante bombardeamento de publicidade estúpida e vazia!?
E uma folha de papel higiénico, nem vê-la...!

terça-feira, maio 15, 2007

Proporcional

Claro que exagerei na questão das olheiras. Proporcionalmente, as siglas IVA, IRC, IRS e IES significam dez vezes mais olheiras do que a sigla NBA.

Uma pérola...

Aqui no trabalho, enquanto alguem soletrava uma sequência de letras e símbolos ouve-se: "...E...F...asterísco maíusculo..."

segunda-feira, maio 14, 2007

sábado, maio 12, 2007

O ataque dos clones

Atenção: sair à noite pode muito bem significar ter pesadelos com o Cristiano Ronaldo nas noites seguintes...



segunda-feira, abril 23, 2007

Rio de Mouro - Entrecampos

Notas de uma rara viagem (nos tempos que correm) no comboio da linha de sintra:

O pica instrutor diz para o pica aprendiz:
-Estás a fazer tudo bem, mas tens de gerir melhor a relação de tempo entre o número de pessoas a fiscalizar e o a distância entre estações.

Dois seguranças privados, os dois demasiado obesos, patrulham a carruagem enquanto um conta ao outro o engate do último fim de semana na discoteca 2001.

Nos bancos do lado esquerdo da carruagem, um casal beija-se com evidente sofreguidão. Ele, acima dos trinta, fato de treino e ar de pintas reformado. Ela, africana, ainda mais obesa que os seguranças e manifestamente sob o efeito dos ares da primavera!

sábado, abril 21, 2007

Declaração de amor

"amor...mas tu nunca dizes nada de jeito."

sexta-feira, abril 20, 2007

Coisas que me preocupam

Começo a ficar preocupado com o que possa advir do que constato ser uma prática generalizada do ser humano que consiste em entrar em diálogos mais ou menos complexos, mas sempre verbalizados com os respectivos animais domésticos.

quinta-feira, abril 19, 2007

Mute

"...se ele (Abramovich) enriqueceu à custa da exploração do petróleo...eh pah...ele não percebe que tem ali (Mourinho) um autêntico poço sem fim???"

Mais uma reflexão pertinente, muito profunda e um tanto abichanada de José Marinho, em directo, durante o jogo de ontem do Chelsea quando o resultado já ia em 4-1 a seu favor, claro.

sexta-feira, abril 13, 2007

desporto radical

"Veneno das aranhas provoca erecções prolongadas." - ouvi isto no noticiário das 11 horas!

quarta-feira, abril 11, 2007

Boas maneiras

Após ler esta notícia...

"Um dos fundadores da Wikipedia e o criador do termo «web 2.0» pretendem publicar um código de conduta para os blogs, com o objectivo de estabelecer «boas maneiras» no debate digital. Consideram que é necessário pôr um fim «às guerras internas» que costumam acontecer, principalmente nas listas de comentários das mais diversas mensagens pessoais.
Entre os termos a serem sugeridos, há a recomendação de rejeição ou exclusão de posts considerados agressivos, pejorativos ou que representem ameaças ou assédios.
Os comentários que forem considerados falsos ou que violem direitos de autor, e até mesmo os anónimos, também devem ser apagados. Além disso, seria determinado ainda que os bloggers usem com mais vigor os termos de licença propostos para os comentários."

...desejo a todos os filhos da puta fascizoides dum cabrão que se vão esforçar por levar esta merda de medida por diante um resto de dia bem passado.

segunda-feira, abril 09, 2007

quarta-feira, março 07, 2007

05/Jun/07




Momento contabilístico

Não esquecer de entregar a declaração de IRS relativa ao ano de 2006.
Evitar as repartições de finanças e usar a entrega on-line pode ser uma atitude inteligente.

quinta-feira, março 01, 2007

Democracia?

"O fumo nos restaurantes, discotecas e bares com menos de 100 metros quadrados vai ser proibido, anunciou hoje o ministro da Saúde.
Em conferência de imprensa, António Correia de Campos revelou que a nova legislação do tabaco - hoje aprovada em Conselho de Ministros - vai permitir uma única excepção nos restaurantes com mais de 100 metros quadrados, que poderão ter uma área de fumadores nunca superior a 30% do seu espaço."
Oficialmente vivemos numa democracia, mas as liberdades individuais estão cada vez mais restritas. Diariamente vivo com uma sensação de sufoco, amarrado a regras e imposições. Castigos vários para os prevaricadores são a recompensa por cruzar a linha. Uma voz em surdina repete: "vês o que acontece a quem não cumpre as regras".
Ok. Eu sei que não faço ideia o que é viver realmente em ditadura, mas isso não é chamado para o caso. Na ditadura toda a gente podia fumar que eu saiba!! Talvez fosse proibido falar o que é bem pior do que não poder fumar. Se bem que isto não nem tem nada que ver com o caso. O que me irrita realmente é o conceito da proibição. Na minha ignorante existência quero crer que poderiam ser tomadas algumas medidas profiláticas bem mais razoáveis. Porque não fazer com que os proprietários dos imóveis sejam realmente responsabilizados se os seus imóveis não tiverem condições adequadas de ventilação?
Porque é que eu como proprietário não posso ser livre de escolher se na minha casa é admitido fumar ou não? Não devia ser uma escolha única e exclusivamente minha? Proibir incondicionalmente o acto de fumar simplesmente não me parece razoável.
Enfim...
PS: Eu não fumo...

Casa Blanca

O melhor site do mundo

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

O país da Alice

Há alturas na vida em que nos apercebemos da sorte com que fomos abençoados, que percebemos que qualquer pensamento derrotista, ou qualquer visão negativa de tudo isto não pode ser mais que um simples desabafo momentâneo.
Se calhar sou eu que vejo tudo de forma destorcida, e vivo no país da Alice, mas prefiro acreditar que não estou lá sozinho, e que tudo o que me rodeia é real e parte de uma vida que adoro e tudo farei por estimar, tal como ela é!
São momentos que valem por uma vida, simples gestos que não se esquecem e guardam para sempre, pormenores cheios de magia que nos alimentam a ilusão e nos fazem sonhar. Foi, é, e será assim, pelo menos é por isso que luto.
Porque vale a pena lutar pelo que queremos, pelo que nos faz feliz, pelo que nos faz sorrir, pelo que nos faz viver, foi isto que me ensinaram, foi isto que me conseguiram mostrar, é por isto que também eu estou feliz!
...e porque "além de todo este resto fico mais feliz pelo que são hoje...mais uma vez sejam felizes porque o merecem, e lutaram por isso". Eu vou tentar "n esperar nem desesperar"...
Enquanto isso divirto-me no país da Alice, onde te espero encontrar um dia, sempre com esse sorriso que trazes contigo, que tem tanto de mágico como de fascinante, e que faz de mim uma pequena criança encantada!
Vá, e agora vou trabalhar que já são horas!!

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Mateus

Mateus na Roménia para assinar pelo Dínamo Bucareste

Não façam as coisas bem feitas e depois admirem-se de ir parar à segunda divisão!

Deve ser para ela não fugir

Na rua cruzei-me com uma mulher cujos brincos eram cadeados. Enorme, com um tamanho de fazer inveja ao mini cadeado da tenda de campismo ou da bicicleta.

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Futebolês de televisão

"Makelele é como que uma plataforma giratória no meio campo do Chelsea." - José Marinho, em directo na Sporttv durante o Chelsea vs Middlesbrough.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Flags of Our Fathers




Um dia gostava que alguém ligado às psicologias me explicasse o porquê deste fascínio perverso que a guerra provoca no ser humano.

Vou ao cinema ver um filme cheio de imagens cruéis, pleno de brutalidade em forma de aço e fogo transformados em sangue e morte, em que a máquina de guerra faz do soldado carne para canhão sem qualquer remorso, e no fim, saio extasiado e entusiasmado a elogiar de boca cheia a qualidade do filme, pela sua força, actualidade e realismo.

No conforto da sala de cinema sinto uma atracção promíscua por aquela realidade. Uma realidade na qual não aguentaria muito sem me borrar todo nas calcinhas...

Músicas que me fazem agitar o corpo e gritar a voz

"7/4 (Shoreline)" - Broken Social Scene (Broken Social Scene,2005)





Aqui, numa actuação no Late Night w/Conan O'Brian, fazendo a memória recuar até Paredes de Coura 2006 onde, aí sim, foi pular e cantar até a música acabar num dos momentos altos do festival.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Coisas...

E eu completamente à nora a dizer que tinham algo para mim, a pensar que era mais uma daquelas coisas que todos viram e só faltava mesmo eu... mas quando deparei-me com isto fiquei estático, boquiaberto, eu que sou pensativo... fiquei com o cérebro parado.




Agradeço a o quem fez, a quem teve a ideia, a quem esteve envolvido. Agradeço muito mesmo :)

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Destino

"... O destino, algo em que muita gente acredita. Qualquer acontecimento desde o mais ínfimo até ao mais significativo é considerado destino, como que se tudo já estivesse escrito num livro ao qual as pessoas lhe chamam “a vida”. É sempre algo ao qual ninguém consegue fugir e as próprias alternativas e decisões são obra do destino.

Para mim o destino não existe, é um conceito falso, uma palavra sem significado. Nada está escrito em sítio algum e nada está definido, tudo existe em branco e passa a ter vida em cada dia que passa. Todo o acordar de manhã representa uma incógnita, o vazio do dia que vou viver, mas tal acordar nunca é um vazio em si.

A minha vida é como um livro em branco, sem linhas delineadas para escrever o texto e apenas está preenchido com o meu passado. Palavras, frases, histórias, memórias, uma infinidade de tinta a preencher as inúmeras folhas. Cada dia representa uma página, duas, três até, algumas ficaram a meio sem um ponto final devido à minha tristeza e outras parecem poemas e contos dignos de um poeta. Com escrita simples ou elaborada, com palavras simples ou cheias de sentimento, nunca deixei de escrever nas minhas páginas e nunca nenhuma ficou em branco, mas em algumas a tinta já começa a desaparecer deixando que pequenas coisas se percam no esquecimento.

Ninguém consegue alterar o passado, corrigir erros, reescrever as paginas porque o que está escrito não pode ser apagado. E o futuro, o que fazer dele? ..."


"...É um livro interminável com muitas páginas escritas e com muitas mais à espera dos meus sonhos. Sempre que termino o dia fico a folhear as paginas que ainda estão vazias a pensar no que nelas irei escrever e vejo aquele branco puro ansioso por receber as minhas palavras. Seja no dia seguinte ou muito tempo depois elas ficarão preenchidas e se o destino existe mesmo, então todas aquelas páginas em branco já estão destinadas..."


In Um Livro Em Branco.

O Odor do Sangue



Envelhecer é lixado!

terça-feira, janeiro 30, 2007

Diogo, 6 anos

Diogo, 6 anos, a contar uma anedota:

"Era uma vez um português, um chinês e um estrangeiro..."

Definições...

"...Já com os olhos secos levantei a cabeça aos poucos para ver os olhos de quem me olhava. Era mesmo ela sentada à minha frente dentro de um vestido azul misturado com o branco de uma pérola, feito de cetim e seda tão suave que o meu toque mal o sentia, mais perfeito não podia ser. E à medida que fui subindo o meu olhar para encará-la de frente percebi o porquê da incapacidade das gentes da minha aldeia para narrar tal beldade. Dizer que era bonita não era suficiente, dizer que era linda também não chegava, dizer que era indescritivelmente bela era ínfimo. A cor da sua pele era um misto de fundo branco com um tom rosado, até parecia que estava envergonhada, uma face harmoniosamente redonda como a de uma criança, lábios pequenos e boca pequena mas que conseguiam fazer o maior e mais lindo sorriso que os meus olhos tinham visto até então, um sorriso rasgado de alegria como que se tratasse de uma criança que tinha acabado de receber um doce; quando ela sorria as maçãs do seu rosto aumentavam voluptuosamente, ficavam ainda mais rosadas, fechava os olhos e baixava a cabeça. Os seus olhos também eram pequenos de um castanho borrado com um cor de mel e sempre a brilhar como a Lua, de pestanas compridas e curvadas vestidas de negro; sobrancelhas desenhadas por um pincel fino e o seu cabelo ondulado e acastanhado como os seus olhos, parecia um véu a cobrir misteriosamente o seu rosto e que descaía sobre os seus ombros. Foi isto o que os olhos de uma criança viram mas na verdade ... era um ser tão belo que não tinha definição possível, o seu encanto era tal que ninguém conseguia descrever; versos, poemas, textos e histórias não eram suficientes mas quantas mais palavras fossem escritas para tentar descrevê-la mais encanto ela tinha e mais indescritível se tornava..."

In A Criança Em Mim.

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Pensamentos...

"...Não tinha pressa de ir lá para fora, o meu mundo podia esperar por mim então sentei-me na cama, cruzei as pernas, pus os cotovelos sobre os joelhos, levantei as mãos e apoiei o meu queixo sobre elas, deixei-me levar pelos sons do exterior, fechei os olhos, suspirei e fiquei ali a relembrar-me de tudo o que senti, de tudo o que os meus olhos viram e mais uma vez o tempo parou..."

In A Criança Em Mim.

A Partida...

"...Para lá do portão era tudo novo para mim, era tudo desconhecido para nós, o que sabíamos eram apenas pequenas frases, histórias vagas de mundos e vidas diferentes. Para lá da vedação era tudo incógnito mas estava ansioso para descobrir coisas que nunca vi e trazer de volta histórias minhas para contar. Não conseguia parar de olhar para o mundo de surpresas que estava á minha espera..."


In A Criança Em Mim.

Cá estamos!

Há alturas em que a vontade de desistir quase vence, e ainda que erradamente pensamos que se calhar o melhor mesmo é voltar a adiar o que nunca devia ter sido adiado.
Refiro-me a vidinha de estudante e aos seus altos e baixos. Passa-se do oito ao oitenta em tão pouco tempo, que ás tantas nem sei se o que falta é tão pouco ou se por outro lado ainda representa uma imensidão de espaço a percorrer. Se ontem só faltava um pequeno passo, hoje ainda falta uma longa caminhada. É esse o problema!
Soluções?!
As mesmas de sempre, "comer e calar", tentando sempre aprender com os erros.
Para a semana há mais!

domingo, janeiro 28, 2007

The Wicker Man



Wicked!!!

Scoop



A menina Scarlett na personagem tipo de Woody Allen, com os mesmos tiques e maneirismos dele, mas com o decisivo bónus de o fazer também enquanto usa apenas um fato de banho, ou apenas um roupão, ou apenas uma camisa de homem.

Woody Allen a fazer dele próprio, o que para quem gosta, chega e sobra.

Com piadas destas:

"I was born jewish but recently converted to narcisism."

Eu gosto.

Australian Open



ROGER FEDERER:"I mean, look, I guess I'm the best tennis player in the world."

domingo, janeiro 21, 2007

Super!

Super porque é sublime! Super porque é cativante! Super porque me apetece! Super porque assim ficou! Super porque super é mesmo isso, Super! Super porque sim!



PS: Mini porque é "tanto em tão pouco"!

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Ser ou não ser capaz

Anda por aí uma vaga de incapacidade. Reconheço algumas palavras de tempos não muito distantes no meu passado. Porque também as sentia, porque também era tocado por elas. Importante é olhar mais à frente, saber que não estamos sozinhos, reconhecer qual o melhor caminho e percorrê-lo, agarrar a sorte quando ela passa por nós.

Premier League vs Liga Bwin

Os portugueses não andam a promover a premier league, simplesmente consomem um produto infinitamente melhor do que o produto nacional. Sem dúvida que o produto português podia e devia ser melhor, mas seria um erro competir com os ingleses. Por cá, a regra continua a ser a do desenrascanço imediato.

:)

Há sorrisos que valem mais que mil palavras!

Supermini...

...É como sonhar acordado, é como ser criança e receber um brinquedo, é como voltar a sorrir depois de tanta lágrima, é como ver a Lua numa tela preta, é como tocar nas cores dum arco-íris, é como poder voar, é como deitar sobre uma nuvem, é como abrir os olhos e ver o que nunca foi visto, ouvir o que nunca foi ouvido, sentir o que nunca foi sentido, é como subir à montanha mais alta, é como sentar no horizonte, é como sentirmo-nos imensamente grandes e ao mesmo tempo infimamente pequenos...

"... é tanto em tão pouco."

Apenas algumas palavras em homenagem à Supermini

Ele não é capaz!

Pois, eis que recebo o mail a informar de um novo post, lá pensei eu que seria o mr man a adendar o post anterior sobre a Premier League, para referir que os portugueses em vez de contribuirem para melhorar o produto tuga, se preocupam isso sim em promover o que se faz e bem lá fora, e assim nunca mais sairmos da linha de partida.
Mas não, o pensamento vem de outros lados!
Parece que não é capaz. Ora isto é um problema de muito boa gente. Mas tem cura!
Por isso nada de desesperos, o problema está diagnosticado e não há que ter vergonha de o assumir, realmente é estranho para alguém com 26 anos, mas a vida já nos ensinou que nada é impossivel.
Consultar um médico da especialidade, e cumprir o tratamento por ele indicado! Serás de novo capaz, se tudo correr bem!
MASSSSSSSSSSSSSSSSSSS, tu tás parvo?!
Cum catano, incapacidade?!
Não sabes o que isso é, e espero que nunca o venhas a saber. Tu tens saude, amigos e pessoas que se preocupam contigo. Que queres mais? Incapaz de quê? Não digas disparates, capaz de viver, capaz de ser feliz, capaz de sorrir, capaz de seres chato as vezes também, e capaz de muitas outras coisas mais!
Tudo servidinho em bandeja de ouro?! Nah...e tu sabes que não. É mais fixe quando um gajo tem que trabalhar para o resultado final, e quando tudo acontece graças ao esforço que despendemos, por isso mão à obra!
Porque tu és capaz!
PS: se chorares é pq és gay!por isso vê se és capaz de manter a postura!

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Incapacidade (parte II)

Mais uma vez é verdade... sou incapaz.

Em certos momentos sinto que tenho um mundo enorme á minha frente, não á minha espera, mas á espera de algo de mim, nem que seja uma ínfima palavra sentida... tal palavra que simplesmente não sai. E se é assim com apenas uma palavra aleatória, nem vou tentar explicar como será com um gesto por mais simples que ele seja.

Sabe bem olhar para esse mundo, sabe bem ouvi-lo, funciona como um conforto e um consolo, sente-se uma carícia e um abraço, mas eu... apenas fico ali sentado a olhar, a observar, imóvel, sem qualquer espécie de reacção. Gestos sem objectivo, sem intenção, coisas comuns do dia-a-dia para uns, coisas únicas para mim. E à incapacidade junto a confusão, que são as várias direcções para onde os meus olhos olham; a vista nunca fica cansada mas a mente fica baralhada, fica confusa com tanto pormenor para ser observado.

Pode ser que um dia algo me ofusque os olhos... assim já não conseguirei olhar...

Premier League



"By focusing on the quality of the game, their players and their grounds, the clubs have produced a competition that people want to watch - both at matches and at home.
That is the basis of our commercial success and I am confident that we will continue to invest in the best players and facilities to keep the Premier League where it is today - the most watched domestic football competition in the world." - Richard Scudamore FA Chief Executive

Estes meninos ingleses acabam de assinar um acordo para as transmissões televisivas dos jogos do campeonato inglês durante os próximos 3 anos para um total de 208 países por um bonito valor de 625 milhões de libras (se quiserem façam as contas). Note-se que este bolo é todo a dividir pelos clubes. É pensar um bocadinho e o resultado está à vista de todos os que gostam de bola.

Qualquer semelhança com a realidade portuguesa é pura coincidência.

Este português que vos escreve há muito que trocou os jogos do meu querido FCP e dos seus tímidos adversários por tardes inteiras de sábado de futebol total.

PS: watch and learn: Liverpool vs Chelsea - sáb-20/01-12h45
Arsenal vs Man. Udt. - dom-21/01-16h00

Cá estou

"Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um chama-se ontem e o outro amanhã, portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver." - Dalai Lama
Sim, esta pode muito bem ser uma daquelas frases feitas e que fica muito bonitinha em um qualquer desses e-mails que recebemos diariamente.
Sim, este pode ser um post completamente irrelevante e mariquinhas.
Sim, uma pessoa quando sente nuvens negras a pairar sobre ela agarra-se a qualquer coisa.
Haja calma e bom senso, haja força e discernimento.

terça-feira, janeiro 09, 2007

O cúmulo da imbecilidade

Não há limites para a imbecilidade de certas pessoas ou para a incompetência reinante em alguns cérebros.

Senão vejamos:
Tendo recentemente terminado a licenciatura, a Lisa recebeu uma chamada telefónica da universidade. A notícia era formidável. Tinha ganho um prémio por ser a melhor aluna da classe deste ano, ou seja, tinha a melhor média do curso. Patrocinado por uma empresa privada, o prémio era uma viagem à Suiça durante três dias para duas pessoas com tudo pago!

No dia seguinte, nova chamada telefónica da universidade. Desta vez, para "lamentar muito o sucedido, mas verificámos que existia um problema no sistema informático da faculdade, pelo que a melhor média do ano não é a sua mas sim duma colega, e por conseguinte, o prémio foi-lhe retirado e entregue à referida colega. Pedimos imensa desculpa."

Desculpe!!??! "Pedimos imensa desculpa"???
Mas que merda é esta?! Mas quem é que esta gente pensa que é e o que andam a fazer!?
As pessoas responsáveis por este processo não faço ideia quem sejam. Imagino que o típico pessoal de secretaria das nossas faculdades, esses especimes tão vulgares e facilmente reconhecíveis pela sua arrogância, incompetência e inutilidade, mas também professores universitários, incompreensivelmente acomodados ao estatuto adquirido.
Não interessa quem, mas de certeza todos eles imbecis e irresponsáveis.

Ninguém pediu nada. Ofereceram. As expectativas criadas, os planos imediatamente efectuados, quiça, os compromissos de pronto assumidos, totalmente destruídos e eliminados por um conveniente erro informático e uma lamentação hipócrita.

Não quero aprofundar muito mais as reflexões que este episódio provoca, apenas deixo registada mais uma prova de até onde pode ir a irresponsabilidade de uma ou mais pessoas.

O mérito, o esforço e a qualidade de um percurso académico felizmente que não se medem por prémios, antes falam por si e pelo reconhecimento que provocam em quem os sabe reconhecer. E esses ninguém os retira à Lisa!

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Engates de Ano Novo

Momento Kodak



"Luis...tens uns olhos muito bonitos"

Ao ouvi-lo dizer tais palavras, o Sam ia-se engasgando com a fatia de pão; a Pat olha como quem está a pensar "espera aí que isto ainda se vai tornar engraçado"; eu não apareço na foto mas rio-me à gargalhada como um adolescente imaturo; ele, no meio, estupefacto com o elogio que acabara de receber, não consegue dizer nada, não se consegue mexer, a voz secou, as pernas gelaram, e por dentro pergunta-se incessantemente: "mas porque é que eu não fiquei no Café Central??"

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Músicas que não me saem do ouvido

Hoje eu nao vou sair de casa
Hoje eu nao vou pisar na rua
Hoje eu nao vou trocar de roupa
Nao vou sair de casa
Hoje eu nao quero ver a rua
Hoje eu nao quero confusao
Hoje eu nao quero ver pessoas
Nao vou sair de casa

Acho um pouco bom

Hoje eu vou ficar ouvindo musica
Hoje eu vou ficar aqui dançando
Hoje eu vou ficar aqui na minha
Eu vou ficar sozinha
Hoje eu vou ficar aqui dançando
Hoje eu vou ficar aqui dançando
Hoje eu vou ficar aqui dançando

Ah tá !

Acho um pouco bom

(trim !!)
Ah nao vou entender
(trim !!)
Eu nao vou atender
(trim !! trim !!)
Eu nao quero atender!
(trim !!)

"Acho um pouco bom" - Cansei de Ser Sexy (Cansei de Ser Sexy,2005)

A vida é hoje

Ano novo, vida nova?
Sempre ouvi esta expressão ser usada por esta altura em que entramos num novo ano. Confesso até que, em anos anteriores, já tentei pôr em práctica qualquer coisa que se pudesse chamar de mudança e não me lembro de ser bem sucedido, mas no fundo nunca compreendi bem este fenómeno de calendário.
Sou avesso a mudanças repentinas, tenho medo de rupturas, não me dou bem com a incerteza.
Deixo a vida correr, as respostas aparecem com o passar do tempo. A vida é o que se faz dela e não o que se apregoa ir fazer da vida. Se concentro as minhas energias no resultado final e não na forma como chegar a ele, então o mais certo é perder-me pelo caminho e estragar tudo. Já aconteceu. Tento diariamente não me esquecer disso.
As coisas mudam. A vida muda. O que antes era um dado adquirido e estável hoje é incerto e uma fonte de problemas. O que antes era uma incógnita e uma estrada sem destino hoje é um porto seguro e uma luz para os meus olhos seguirem.
Muita coisa mudou neste último ano. Foi um ano cheio. Cheio de coisas boas. Cheio de coisas más.
Eu mudei? Quero acreditar que não, que sou a mesma pessoa. Quero acreditar que evoluí na mesma medida em que possa ter regredido.
O que aí vem não sei. Mas promete chegar com força e inevitabilidade, e já recebi o aviso prévio.
As respostas aparecerão e eu espero continuar por aí, bem comigo mesmo.

terça-feira, janeiro 02, 2007

Dormir, ou não "Dormir"...

A esses patifes que não me deixaram dormir, um grande Abraço e um muito obrigado!

Mas já agora, podiamos ter lá ficado a dormir...Enfim...grandes, grandes....

Frases que fazem pensar.

frases daquelas em que nunca pensámos, mas quando as ouvimos tentamos imaginar ou perceber o conceito.

"demorei meia hora a chegar à Marinha Grande... tinha dois km de pessoas à minha frente..."
Realmente... eu quando ouvi a frase parei pensar quantas pessoas eram equivalentes a 2 km.

"... fiz 50 centimos de auto-estrada..."
Mais outra daquelas que fica no ouvido. Medir estrada em centimos? Enfim.. deu para rir um pouco.

domingo, dezembro 31, 2006

Frito ou grelhado!!

Ora bem, na pedra é frito ou grelhado?! É sem dúvida a questão que nos surge nesta passagem de ano, pensem bem, analisem, e concluam!
De resto, chegámos ao fim de mais um ano, mês, semana ou dia, depende da analise que entendam fazer, e da festa mais ou menos intensa em que queiram participar. Pessoalmente, acabo por não entender o excesso de carga festiva que este dia costuma implicar, e chego à conclusão que é apenas mais um pretexto para a festa, borga, copos, ou como queiram chamar.
Aos que vêm na passagem das 23:59 para as 0:00, um ponto de viragem e inicio de um novo ciclo, eu pergunto?! Então e pró ano?! Começam tudo de novo? Oh que confusão...
De positivo, o facto de dia 1 ser feriado!

quinta-feira, dezembro 28, 2006

Pa Pum

A Psicóloga


Vera Farmiga

La Moustache



Com bigode ou sem bigode? Eis a questão! E depois seguem-se todas as outras sobre identidade individual vs identidade colectiva, real vs imaginário...

E, claro, a questão inevitável:

"La Moustache" -> "O Amor Suspeito" -> Mas porquê???

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Mais e mais e mais...

Li eu no inicio deste ano que o segundo semestre iria ter coisas boas, iria trazer para as pessoas do meu “género” razões para talvez mudar muita coisa. Li palavras dessas e apesar de não acreditar nelas ficou uma restea de esperança que aquelas palavras pudessem ser verdade… talvez não todas elas, mas algumas.

O ano está a terminar, faltam apenas 9 dias e aquelas palavras lidas há quase um ano atrás continuam apenas palavras. Não me prendo nelas nem deposito a minha esperança nelas (só um pouco). Tais palavras lidas poderiam ser como um destino para os mais crentes mas como não acredito em tal, não lhes dou muito valor. O mais irónico é que tudo o que tem vindo a acontecer é o oposto daquilo que estava escrito, e os factos continuam a somar-se faltando apenas 9 dias para o fim do ano. Será que a soma irá terminar no dia 31?

Ainda ontem durante o dia recebi mais uma noticia daquelas que nos deixa no fundo, não digo que era inesperado mas a maneira como foi me dada a conhecer foi suficiente para ser mais um facto daqueles que continuam a somar-se. Ontem a noite foi mais outro.

Não sou pessimista, transmito força aos outros (até a força que nem tenho), já houve quem dissesse que “tas sempre pronto para tudo”, mas faltam 9 dias para terminar o ano e ainda estou á espera de mais e mais para continuar a somar.

O Natal é mais outro facto para somar porque pela primeira vez o Natal não vai ser um Natal normal, pessoas vão faltar, pessoas vão lá estar mas é como que se não estivessem. A passagem de ano é mais uma parcela porque enfim… talvez seja a ultima parcela da soma. Não me queixo dos factos mas confesso que alguns são entraves, são travões que não me deixam andar, sou eu a tentar forçar as minhas pernas a andar mas continuam no mesmo sítio.

Quando a soma terminar, talvez nem hei-de conseguir andar.... mas sim correr.

maradona vs tiago

vai engraçada a discussão...zangaram-se as comadres...agora parecem duas gajas assanhadas!!! por mim continuem para meu próprio entertenimento!!"

quarta-feira, dezembro 20, 2006

Pa Pum

She's a superhuman girl
she is Superwoman
she is Superman's cousin
she's got superpower lovin'

she's got superpower eyes
and see-through superhuman vision
she's got superhuman thighs
sexier than television

she is superduper smart
I like her for her mind
she'll shoot a super fart
the deadly silent kind

she's got superhuman lips
for super suction
she's got superpower hips
for super reproduction

she's a superhuman girl
she is Superwoman
she is Superman's cousin
she's got superpower lovin'

she's got superhuman eyes
and see through superhuman vision
she's got superhuman thighs
sexier than television

she's a lot like Catwoman
just without the leather
she likes ropes and chains
and an electronic tether

she's got a superlong tongue
and spandex underwear
she's got Superman's smile
and Wonderwoman's hair

she's a superhuman girl
she is superwoman
she is Superman's cousin
she's got superpower lovin'

she's got superhuman eyes
and see through superhuman eyes
she's got superhuman thighs
sexier than television

she is supergirl superwoman super-sexy-woman
she is supergirl superwoman super-sexy-woman
she is supergirl superwoman super-sexy-woman
she is supergirl superwoman super-sexy-woman


"SuperSexyWoman", Sufjan Stevens (A Sun Came, 2004)

Imbecilidades à portuguesa

A caminho do jogo de hoje à noite vi-me no meio de uma fila de quase 1km em pleno IC19 e tudo porque antes do Hospital Amadora-Sintra havia uma obra que ocupava as duas faixas do lado direito e na faixa restante os carros passavam a conta gotas ao sinal de um gajo de colete amarelo. Demorei meia hora para ultrapassar esta brincadeira.
O que me irrita e revolta nesta história é que existem no IC19 placards electrónicos para, supostamente, nestas e noutras situações colocar simples mensagens de aviso aos condutores.
Qualquer coisa tão simples como "Atenção - Obras na via" ou "Trânsito parado devido a obras" servia para um gajo não ter que perder meia hora parado na estrada e permitia usar um itinerário alternativo. Mas não!! Nenhum dos imbecis da Brigada de Trânsito e da empresa responsável pela obra que estavam no local foi capaz de fazer qualquer coisa. Isto para mim é falta de civismo. E como neste país ninguém é responsável por nada mesmo, então que se lixe. A malta que espere e desespere.
Ps: Agora que penso nisso, e uma vez que saí de casa meia hora antes do necessário, cheguei ao jogo mesmo à hora marcada. Matemática simples diz-me que se tivesse saído à hora que julgava necessária teria falhado o jogo e não teria neste momento o pé envolto por um saco de gelo!

Coincidências estranhas

Aproveitando o dia de trabalho relativamente calmo, dei por mim a ler este artigo recomendado pelo diário mais recomendado de toda a blogoesfera.

Football? Unfortunately, I’m so over it... by Simon Kuper
Mais um artigo genialmente escrito por este meu, desta vez a reflectir sobre a inevitabilidade do envelhecimento e sobre como vamos morrendo aos pedacinhos a cada vez que a vida nos traz mais uma óbvia desilusão. Uma desilusão tão simples como sermos obrigados pelo nosso corpo a deixar de praticar o nosso desporto favorito.
"Life is a series of disappointed expectations but one of the first things that lets you down is your body."
Coincidentemente, hoje, no jogo semanal do torneio de futebol em que participo, e no exacto momento em que me preparava para estilhaçar mais uma bola para a baliza adversária e deixar a minha marca na goleada, eis que um inútil defesa corta a bola e eu acerto em cheio na sola da chuteira do referido imbecil. Por momentos pensei ter rematado contra uma parede. Claro está que fiquei no chão agarrado ao pé e a conter os efeitos da dor. Agora sentado ao computador tenho um saco de gelo em cima do pé dorido. Talvez tenha partido qualquer coisa. Talvez não.
Será que vou ter de deixar de jogar futebol? Não sei se é desta. Espero que não. Espero que esse dia ainda venha longe. Nesse dia, sei antecipadamente que morre um pedacinho de mim. Agora apenas sei antecipadamente que o jogo da final do torneio já não é para mim.
PS: se há males que vêm por bem, o facto de não ir ao jogo da final do torneio permite-me ir a um concerto que sugiro a todos... Dead Combo @ MusicBox,Lx, 21/12.
PS2: quando digo "todos" não tenho quaisquer ilusões que isso signifique mais do que as 2 ou 3 pessoas que talvez leiam este blogue.

terça-feira, dezembro 19, 2006

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Até no trabalho.

Durante a minha tarde de árduo trabalho recebo uma chamada…

Pai: Sam, estás a trabalhar?
Eu: Sim estou.
Pai: Entra no computador de casa, abre o outlook e faz não sei o quê porque já me esqueci.

Quem me conhece sabe como reagi a esta situação.

domingo, dezembro 17, 2006

Eu devo ser mesmo burro...

Este diálogo aconteceu realmente durante o dia de hoje:

Eu: Mãe! O que vais fazer para o almoço?
Mãe: Hambúrgueres.
Eu: Com quê?
Mãe: Carne picada.
Eu: ...

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Respirar.

Parece que finalmente há tempo para respirar. Sinto-me mais leve, mas não muito...
Já consigo dormir sem ter de acordar a pensar que já devia ter feito isto, ou acabado aquilo, e que bom que isso é.
É verdade que já falta pouco, e isso foi servindo de motivação, mas mesmo assim... Haja fé!

Bem isto foi so um desabafo!

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Questões de Equilíbrio

Todos nós procuramos sempre algo nesta vida, desde o mais fútil e trivial ao mais significativo e indispensável. Precisamos de nos sentir preenchidos pois essa é a única forma de sentirmo-nos bem. Seja com colecções de carros, milhões espalhados por contas em paraísos fiscais, amores pelos quatro cantos do mundo, uma infinidade de amigos, é assim que preenchemos os vazios que temos mas na verdade nunca estamos totalmente preenchidos e procuramos sempre essa perfeição. Numa dada altura desejamos tudo, e mesmo que esse objectivo seja atingido pensamos sempre que ainda falta qualquer coisa... basicamente “o ser humano nunca está satisfeito com o que tem”.

Sejam muitos ou poucos o ser humano há-de sempre viver com objectivos, uns atingíveis e outros não, mas há um deles que não é inatingível: o equilíbrio. Não se trata de equilibrar os aspectos individualmente mas sim equilibrar a soma de tudo aquilo que temos ou podemos ter; pode ser tanto ter um pouco de tudo ou ter tudo de um pouco e mesmo dentro disto há objectivos mais desejados que outros.

O equilíbrio não passa por “querer mais” mas por apenas “ter” ou simplesmente “querer”, o “mais” ou o “menos” não se aplicam; O equilíbrio apenas existe e quando este começa a desvanecer faz-se por atingi-lo novamente, é como uma busca incessante porque sabemos que tal objectivo é atingível e está ao alcance das nossas mãos. É relativo tal como tudo na vida, varia de pessoa para pessoa, varia de tempo para tempo, hoje o equilíbrio pode ser apoiar uma haste no seu centro e amanha pode ser apoiar essa mesma haste nos seus extremos. Há quem equilibre a sua vida no centro da haste em que tudo é “único”, em que tudo existe sem ter a sua contrapartida ou o seu oposto, existindo sempre aquele desejo de algo diferente e equilibrar a haste nas duas pontas; Há quem equilibre a sua vida nos dois extremos, é como viver duas vidas ao mesmo tempo em que uma é o oposto da outra, ser o mau e o bom ao mesmo tempo, é ter o positivo e o negativo em iguais quantidades para manter o equilíbrio, e quanto mais colocamos a nossa vida num dos extremos temos de a colocar igualmente no extremo oposto senão a haste cai.

O equilíbrio é como a nossa casa: é nosso e de mais ninguém, somos nós que o mantemos e o defendemos, mas são os outros que o destroem, são os outros que fazem a haste tombar, nunca seremos nós próprios a faze-lo propositadamente – não somos capazes de destruir a nossa própria casa. Quando isto acontece é como começar do zero. A vida é feita de desafios e obstáculos incontornáveis, um deles é quando a haste tomba. Nessa altura somos postos à prova por nós próprios, somos testados para ver se somos capazes de voltar a apoiar a haste no seu centro ou então apenas levantá-la e apoiá-la em duas torres nos seus extremos com o intuito de, com o tempo, recriar as forças e voltar a equilibrá-la sozinhos; mas tal como são os outros que fazem tombar a haste existem os outros que nos ajudam a levantá-la, a partir daí o equilíbrio aparece no seu devido tempo.

Qualquer início de equilíbrio começa sempre pelo seu centro. Porquê? Porque é mais fácil, é mais simples, não é necessária tanta força e verdade seja dita, quando a haste tomba qualquer ser humano perde as forças. Com o tempo as forças voltam e se for nosso objectivo co-existir em dois extremos, assim será, mas tal requer muita força.
Somos nós que mantemos o nosso equilíbrio porque ele é apenas nosso mas em certas alturas precisamos de ajuda de outros para manter tal ou então é necessário equilibrar as hastes à nossa volta para que nossa própria fique equilibrada. De certa forma somos egoístas: interessa-nos apenas a nossa própria haste, nem que tenhamos de equilibrar e desequilibrar as hastes à nossa volta, e digo que somos egoístas porque nunca somos/seremos capazes de inclinar ou até tombar a nossa própria para equilibrar ou levantar a haste do próximo.

Os nossos objectivos são criados e esquecidos com o passar do tempo, conseguimos quantificar ou qualificar o que somos capaz de fazer para atingi-los individualmente mas não somos capazes de expressar a nossa força para atingir o equilíbrio. É obvio que mesmo não sendo uma pergunta a frase anterior necessita uma resposta. A resposta podia ser algo simples como dizer que a força que temos para o atingir é a soma da força individual que temos para atingir cada um dos objectivos, mas é muito superior a isso; tal como escrevi no início “há objectivos que não são atingíveis”, são utopias, são sonhos, esses deixam de ser um objectivo, passam a ser um desejo e por isso ficam um tanto esquecidos porque não há forma de lá chegar. Mas o equilíbrio é perfeitamente atingível, está à nossa frente, à nossa volta, ao alcance das nossas mãos e do nosso olhar e é por isso mesmo que somos capazes de fazer por ele coisas que nem se quer imaginamos, É uma força inconsciente que vive sempre em nós, que nos faz sentir mais fortes que os outros, que nos faz sentir únicos.

De certa forma somos egoístas, é verdade, mas mesmo assim pergunto-me: será que somos capazes de nos desequilibrar para equilibrar os outros?

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Eu, fiel educando

É por aulas como esta em que se aprendem novas e belas coisas até agora desconhecidas para mim que gosto da blogoesfera.

Concordo

"Votarei sim no referendo sobre o aborto, sem grandes parangonas morais, sem grandes proclamações sociais, sem certezas absolutas sobre nada, nem sobre a moralidade, nem sobre a liberdade do acto de interromper uma gravidez. Respeito os dilemas dos que votam não, respeito os dilemas dos que votam sim, porque em ambos os lados há a consciência de que o que defrontam é um mal social, uma perturbação a evitar, um momento sempre de uma certa crueldade interior, a da vida aliás. Mas como não acredito em grandes proclamações morais, nem pelo sim nem pelo não, voto sim por um conjunto de razões dispersas, sociais, culturais e filosóficas, que admito que se diga serem de mal menor. Será de mal menor, mas quantas vezes muitas coisas que fazemos são de mal menor? Até no Catecismo da Igreja Católica há várias escolhas de mal menor.

E porque, tudo ponderado, as vítimas da situação que hoje existe são as mulheres, sobretudo as mulheres, quase que só as mulheres. Merecem (ou exigem) que os homens que fizeram quase todo o mundo à sua volta, à sua dimensão e ao seu modo, e que entre outras coisas tem esta diferença fundamental que é não engravidarem, lhes dêem uma liberdade que elas sentirão sempre como sendo, no limite, trágica, mas como sendo uma liberdade. No dia do referendo votarei pela segunda vez na vida por género, como homem mais de que como cidadão."

in Abrupto, via maradona

quarta-feira, dezembro 06, 2006

À semelhança de muitos outros dias

Hoje almocei às 13.25 para depois ir ao café por volta das 14.1o e fazer uma visitinha ao cagatório às 15.30...

terça-feira, dezembro 05, 2006

Gata Poderosa


Chan Marshall a fechar o festival da Radar, a tal rádio da malta que gosta de se auto-proclamar indie. A única rádio que eu consigo ouvir.
Cenário: Ela, Cat Power, e a sua banda de meninos que sabem muito daquilo que fazem, no palco da Aula Magna. Lotação esgotada por uma multidão que esperava este dia à muitos dias.
Acontece neste tipo de concertos a malta ir cheia de expectativas. Nos dias que antecedem o evento fantasia-se n vezes aquele minuto em que a voz da menina Cat vai fazer os pêlos dos braços terem uma valente erecção ou aquele momento em que se tem certeza de que não existe mais ninguém na sala e nesse instante apenas apetece ficar ali imóvel a fitar a diva que canta para nós.
Enfim...e depois acontece o que aconteceu e a malta vem cá para fora dizer que é falta de profissionalismo...que foi um dia mau...etc e tal!
Certo? Não!! Errado...
Acontece o seguinte: toda a gente sabe, ou pelo menos devia saber, que a acústica da Aula Magna é uma grande merda; toda a gente sabe, ou pelo menos devia saber, que a menina Cat é cheia de surpresas; e claro, há toda uma parafernália de equipamento (amplificadores, mesas cheias de botõezinhos, colunas, fios, instrumentos teimosos, microfones, eu sei lá mais o quê...) sempre pronto a querer estragar o profissionalismo do artista e a querer transformar um concerto naquilo que parecia ser um ensaio geral de um concerto...!
Enfim...e depois há malta que sai desanimada...Porque estava à espera de mais...Porque ela até interrompeu uma música a meio...porque isto e aquilo...
Mas afinal o concerto foi mau?
Não!! Foi dos muito bons!!
Foi inesquecível...teve momentos mágicos...espontâneos...verdadeiros...sem ensaios...
Ok...a Aula Magna foi realmente merdosa...
Se bem que, ao fim de dez minutos, eu já não estava propriamente na Aula Magna.
Enfeitiçado pela voz da menina Cat, estava numa qualquer tasca bafienta do Bairro Alto...com uma nuvem de fumo entre mim e a banda...o revirar dos copos acompanham as canções tristes e melancólicas...a voz e o piano carregam o peso de todas as desilusões de todos os presentes...o corpo de gata desliza felinamente por entre os olhos de quem se sente preso ao olhar desse animal de palco...a banda acelera e, agora, o revirar das garrafas acompanha a expiação da tristeza e da melancolia...na tasca, os ouvidos estão entregues à música, imperfeita mas forte, entregues à voz, complexa mas sentida...O ambiente é húmido, os corpos estão suados e embriagados...a festa não tem plano que a anteceda, é deixar a banda tocar e deixar que nos toque...sentir o seu efeito no corpo e na mente...no fim é fechar os olhos e guardar cá dentro tudo o que se passou nessa noite...para aquecer o espírito na noite fria...para nos relembrar que estamos vivos...que não somos perfeitos nem queremos ser...
No final de um concerto poderoso, Cat Power, ao vivo e a cores em Lisboa, abraçada por uma chuva de aplausos...Porque afinal a malta gostou...E eu também...!

A Rainha


Filme inteligente pela forma como consegue abordar vários e diferentes temas e como todos eles se relacionam de forma consistente e relevante. O retrato da família real inglesa, tão fora deste tempo, como pessoas tão diferentes mas tão iguais a cada um dos seus subditos. A relação de forças entre a monarquia e o poder político. O poder dos media na condução da vida pública dos seus protagonistas. A visão sobre a personagem controversa que foi a princesa Diana.
Tudo assuntos que merecem análises cuidadas. Para quem tiver paciência para elas.
Eu não...Agora não...
Interpretações brilhantes. Realização exigente. Fotografia cuidada. Pequenos pormenores de humor britânico.
A não perder.
Já que ando para aqui armado em crítico de cinema...a minha avaliação é...8/10
PS:não há maneira de conseguir tirar boas fotografias!

Compras



Três euros muito mal gastos. Saí de mãos a abanar.

quinta-feira, novembro 30, 2006

Espaço

- "Olha ali uma coisa estranha no meio do mar!"
- "Sim...É um barco...!"

sexta-feira, novembro 24, 2006

Sem espaço

Qual seria a definição mais correcta para o conceito de “não ter espaço”? Viver entre quatro paredes e não ter espaço para mexer? Ou então estar preso sem poder fazer qualquer espécie de movimento? Concretamente, isto é não ter espaço mas há quem viva confinado e ao mesmo tempo sente a maior liberdade do mundo. O outro lado do conceito é aquele em que se têm todo o espaço do mundo, em que não há amarras nem algemas, não há medo de magoar ou ser magoado, não há satisfações para dar nem para ouvir, isto sim é ter espaço, é ter uma imensidão tão grande de espaço que é impossível de explicar. Mas este outro lado do conceito aos meus olhos não é válido, não mete lógica, só um ser inconsciente e insensível viveria em tal espaço.

No fundo todos nós ao mesmo tempo que temos equilíbrio também o procuramos, é análogo ao facto de “querermos sempre mais e melhor”; com o equilíbrio é diferente, não passa por “querer mais” mas por apenas “ter” ou simplesmente “querer”, o “mais ou o “menos” não se aplica. No fundo queremos viver num espaço equilibrado, sem regras ou leis, sem limites ou barreiras, com toda a liberdade de movimento mas quando por alguma razão perdemos o nosso espaço, procuramos sempre o espaço num espaço diferente.

Eu, tal como muita gente, vivo num mundo em que tenho e não tenho espaço mas com uma diferença: o facto de não ter espaço é razão para muitas sensações e sentimentos. Fico triste por “não ter espaço” porque não tem de ser assim, mete-me raiva o “não ter espaço” porque não deve ser assim, o “não ter espaço” dá-me forças para criar um espaço que nunca criei, o “não ter espaço” dá-me saudade da imensidão de espaço que antes era, grito em silencio por não ter espaço, rio-me com uma lágrima porque não existe espaço, divago em folhas de papel porque não há espaço, este “não ter espaço” é irreal, é utópico, é aquela peça dum puzzle que por alguma razão ficou deformada e agora não encaixa quando antes encaixava sem esforço. O “não ter espaço” é análogo a um cubículo de apenas três paredes em que quando estou virado para um lado tenho três paredes que me envolvem e nas minhas costas não há parede nenhuma; quando estou virado para o lado oposto fico com o mundo todo á minha frente e o cubículo nas minhas costas, e apesar de não o ver quando estou de costas para ele sei que ele está lá. É um cubículo apertado, com pouca luz e sinto que ele está frio, nem consigo abrir os meus braços quando estou dentro dele. Como é que é eu posso destruir as paredes? Como é que eu posso ter espaço de ambos os lados?
É irreal, é utópico…

São essas paredes que têm de ser destruídas, porque há coisas que realmente valem a pena.

Estas são algumas das palavras de uma criança
É assim que se sente uma criança que vive sem espaço…

quinta-feira, novembro 23, 2006

Eu sou assim

A minha capacidade de alheamento é algo de incomensurável.

terça-feira, novembro 21, 2006

Bode no penhasco



Sonhos colocados na tela. Fantasia à solta num imaginário apaixonado por pequenos detalhes de tudo e nada, por gestos e pela ilusão dos gestos, pelas texturas e cores dos objectos, pelos sons e imagens fabricadas na nossa mente, acima de tudo apaixonado pelo mais simples mas frenético pulsar de um coração de criança.
Pena é que a Charlotte Gainsbourg esteja totalmente desajustada em todo o filme. Ao lado do enérgico e contagiante Gael Garcia Bernal ela nunca consegue deixar de transparecer uma frieza glacial. Erro de casting penso eu de que.
Tenho dito.

Dans Paris


O filme não ficará para mim como muito mais do que irrelevante.
Ok, a Kim Wilde está lá e aqueles dois têm muita pinta, eu admito.
Mas, durante a sessão, não consegui deixar de fantasiar como tudo seria diferente se em vez do Romain Duris estivesse a Liv Wilder a cantar para mim em cueca e, admitamos, soutien, e em vez do Louis Garrel acompanhássemos a Natalie Portman um dia inteiro por Paris a comer tudo o que é gajo que lhe aparecesse à frente.

segunda-feira, novembro 20, 2006

domingo, novembro 19, 2006

Post excepcional

É só para quem pode, não para quem quer.

sábado, novembro 18, 2006

Zune

O Zune (o iPod da Microsoft) saiu agora nos EUA. Por cá só em 2008. Eu já decidi...não me separo do meu Nano por nada!!!

"The Zune already drawn its first blood; me. I cant install it for some reason, and i tried everything."

via Breviário das coisas breves

Para que saibam

Na verdade ela é uma princesa e não uma "gaja" qualquer, mas isso não é novidade para ninguém.

Presto vassalagem

Elas é que sabem

E esta "gaja" sabe muito...!

«When a man goes on a date, he wonders if he is going to get lucky. A woman already knows.»

Frederike Ryder

sexta-feira, novembro 17, 2006

Concentrado!

"...a super mini é tanto em tao pouco!"

segunda-feira, novembro 13, 2006

Tu mereces...

Uma noite destas recebi uma sms dum amigo, depois pedi-lhe para partilhar algumas palavras que nela constavam:

"...e tudo isto apenas para partilhar q axo mm q encontrei uma pessoa q amo como cheguei a duvidar de q iria amar um dia..."


Para ele um grande abraço!

Incapacidade

É verdade... não fui capaz.
Eu já estive do outro lado e talvez voltarei a lá estar novamente, ou então se calhar ainda estou do outro lado mas em certos aspectos já não me faz diferença. Acho que se tornou tão banal e tão fútil que já não faz mexer as águas paradas, pelo menos para mim, ou então digo isto mesmo para acreditar que é verdade, mas a verdade é que tudo é consequência, e as consequências continuam a surgir...
Estou entre a espada e a parede, a acartar um peso nas minhas costas porque passei a ser, metaforicamente falando, a caixa de pandora. Sou eu que guardo o segredo (presumo que ainda o seja), quer dizer, passei a esconder esse segredo a partir do momento que fui encostado á parede. Não escondo o segredo porque quero ou porque me apetece mas também não consigo explicar porque o guardo. Num prato da balança está o segredo e no outro prato a sinceridade e foi-me concedido o poder de escolher qual dos dois pratos pesa mais: sem explicação escolhi o prato do segredo, e esse prato agora pesa muito. Pesa muito porque eu já estive do outro lado e confesso que não gostei. Agora fui eu que coloquei alguém do outro lado, não porque quis, mas sim porque foi uma consequência de uma atitude que tive. Errei? Acho que sim. Fui incapaz. Mas sempre digo que os erros corrigem-se e não é com um pedido de desculpa. Agora cabe-me a mim inverter o peso da balança e abrir a caixa de pandora mas ao mesmo tempo não posso ser eu, sou uma personagem numa história cujo papel já terminou e não quero encarnar numa personagem nova...embora já o seja.

domingo, novembro 12, 2006

Finalmente!

Depois da noite de ontem em que a "causa" esteve tão bem representada, nada melhor que uma vitória para premiar tão bela aparição! E assim foi, finalmente os Pa Pum ganharam qualquer coisa. Viva os Super Guerreiros ( Viva as Minis!)

sábado, novembro 11, 2006

One more time!

Foi apenas a segunda mas confirma-se o observado na primeira, temos Super Guerreira!

Porquê?!

Está tudo tão longe e tão perto, é tudo tão simples e ao mesmo tempo tão complexo, tudo tão linear e no mesmo instante tudo tão cheio de curvas e obstáculos! É tudo tão...
Tão estranho que às vezes nem apetece pensar porquê? Pensar, pensar, pensar...se calhar o mal é esse, pensamos demais, ou se calhar o que pensamos não chega para perceber o porquê destas merdas. Mas porque não pode tudo isto ser simples?! Seria tão mais fácil, nada de problemas, tudo certinho, nada de pensar se o que faço é certo ou errado, se o que digo faz ou não sentido, apenas e só viver! E porque é que quando estamos tão perto da paz, descobrimos motivos para a guerra, porque é que quando temos bonança, insistimos em chamar a tempestade, porque é que quando somos felizes, nos lembramos de deitar tudo fora?! Porquê?! Porquê?! Porquê?!
Não sei...Sei apenas o que quero, e onde pretendo chegar! Não sei como nem quando, apenas sei que vou tentar...

sexta-feira, novembro 10, 2006

Comunicado

Estou a pensar seriamente ganhar o primeiro prémio do euromilhões de hoje e nunca mais trabalhar enquanto for vivo...

Redenção

Eva Mendes


quinta-feira, novembro 09, 2006

Tendências...

Vindo de quem vem...

À posteriori...

...reparo que o post anterior revelou-se um tanto ou quanto gayzola!!

Quem percebe disto sou eu!


Continuam a esquecer-se do Pedro Mendes...

quarta-feira, novembro 08, 2006

Glowing

Is it a bird...? Is it a plane...? No!! It´s a SuperWarrior!!!

Será um novo 2 em 1?

Isto durante um jantar, depois duma bela refeição acompanhada por uma garrafa de vinho, ele segura no maço de tabaco e tenta ler os efeitos prejudicias impressos no maço... eis que ele lê:

"Fumar contem bezano..."

Hifen

- ...com hifen.
- Onde?!
- Blogspot...

terça-feira, novembro 07, 2006

Tempestade!!

Chovia como que se o céu fosse desabar sobre o mar que se estendia a frente dos meus olhos, as nuvens furiosas insistiam em castigar o azul do mar com um cinza carregado de raiva, o vento soprava forte mostrando estar do lado das nuvens nesta guerra sem sentido, e tu ali, logo ali tão perto de mim, sozinha e indiferente a tudo resto... sem que nada beliscasse a pureza do teu olhar, e a simplicidade do teu sorriso...

segunda-feira, novembro 06, 2006

Saíu...

"Fumei" com os olhos uma droga que me deixou no"país da(s) maravilha(s)"...



Esta foi para o Sam!

acordar

...são quase dez e meia da manhã e eu ainda estou a dormir...

Pensamentos de inicio de semana

70% do planeta é coberto por água tónica o resto é Gin...

ZzzT ZzzT

Quero ser uma abelha!!

Até amanhã!

Não percebo isto, é impressionante como a vontade de trabalhar é nula. Mas dizem-me que tem que ser (ou tem de ser), eu compreendo e aceito. Amanhã é um novo dia e prometo que me vou aplicar. Mas quase que aposto que quando acordar a vontade vai ser pouca ou mesmo inexistente...
Já não sei por onde abordar o problema! Mas o "Tem que ser, porque o que tem que ser tem muita força!" continua a ser um bom tónico para ultrapassar o sindrome.
Quanto ao fim de semana...houve de tudo, teste sábado, borga sábado, estudo domingo, trabalho domingo, e sono muito sono. Ficará na memória a noite de sábado, é daquelas coisas que nuncaaaaaaaaaaa se esquecem. E viva os super guerreiros!
Aiiii, já tinha saudades disto, prometo que vou tentar ser mais assiduo (para vossa infelicidade, mas é só passarem à frente e não ler estas tretas!) mas o tempo, a culpa é do tempo...
Agora vou dormir...

PS: "Oh tonight you killed me with your smile so beautiful and wild so beautiful..." Ficou no ouvido (e na retina também, é linda) agora aturem-me!